ANÁLISE
É importante tratar a água
Nenhum
gerador de vapor ou sistema de resfriamento opera satisfatoriamente com a mesma
água que bebemos, devido as impurezas que o referido líquido contém. Conforme o
teor e tipo de tais impurezas, e de acordo com o modelo e a pressão de trabalho
do equipamento, a correção daquela água pode exigir tratamento bastante sério.
Infetada de bicarbonatos, cloretos, sulfatos, silicatos, gases (CO2, O2 e N2),
argilas, areias, vegetais minúsculos, matérias oleosas e germes, provoca
temíveis incrustações desses elementos no interior do aparelho.
Esse fenômeno consiste na deposição das substâncias na superfície do metal da
caldeira, tubos e balões, e que, por serem isolantes térmicos, retardam a
transferência de calor, deixando o equipamento exposto a temperaturas elevadas,
portanto enfraquecendo-o. A primeira conseqüência maléfica em razão da presença
de incrustações é o aumento de consumo de combustível. As substâncias mais
incrustantes são os sais calcários, sílica e materiais em suspensão. E as bolhas
que aparecem nas tubulações são, quase sempre, criadas pelas incrustações. A
corrosão é outra modificação química gerada pela água no ferro da caldeira.
Resulta ela do ataque de substâncias agressivas, tais como o CO2, O2 e H2S,SO2,
e sais ácidos.
Esse fenômeno consiste na deposição das substâncias na superfície do metal da caldeira, tubos e balões, e que, por serem isolantes térmicos, retardam a transferência de calor, deixando o equipamento exposto a temperaturas elevadas, portanto enfraquecendo-o. A primeira conseqüência maléfica em razão da presença de incrustações é o aumento de consumo de combustível. As substâncias mais incrustantes são os sais calcários, sílica e materiais em suspensão. E as bolhas que aparecem nas tubulações são, quase sempre, criadas pelas incrustações. A corrosão é outra modificação química gerada pela água no ferro da caldeira. Resulta ela do ataque de substâncias agressivas, tais como o CO2, O2 e H2S,SO2, e sais ácidos.
O
efeito da corrosão sobre a caldeira traz como conseqüência o desgaste
progressivo das paredes de ferro, diminuindo sua espessura e facilitando seu
rompimento total. Além disso, os gases corrosivos acompanham o vapor , motivo
pelo qual nem mesmo os tubos e aparelhos coligados estão livres dos danos
causado devido esses fluídos. Diante desse quadro conclui-se que o tempo de vida
de uma caldeira está intimamente ligado as qualidades da água que lhe é servida.
Devido a isso é que, a cada dia, mais e mais industriais entregam a incumbência
de corrigir o líquido em questão a empresas especializadas. Esse, evidentemente,
é o caminho lógico.
O
industrial deve supervisionar essa correção, coisa que poucos fazem.
O proprietário de caldeiras de baixa pressão poderia até manter um pequeno
laboratório de controle em sua própria industria, onde o foguista exercitaria
seus conhecimentos realizando análises corriqueiras da água. Com apenas meia
dúzia de operações e não mais que dez minutos de trabalho, ele obteria
informações valiosas sobre as principais características da água e suas formas
de corrigi-las.